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Mostrando postagens de Maio 17, 2013

Sebastião Tapajós recebe o título Doutor Honoris Causa

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O violonista e compositor Sebastião Tapajós (foto)- reverenciado no Brasil e no mundo por levar e elevar a cultura amazônica - é agora também “Doutor Honoris Causa” da Universidade do Estado do Pará (Uepa). O título, o primeiro concedido pela universidade, foi entregue na noite desta quinta-feira, dia 16, no auditório de Centro de Ciências Sociais e Educação (CCSE), o Campus I da Uepa.
O título de “Doutor Honoris Causa”, cuja concessão foi aprovada pelo Conselho Universitário (Consun), no último mês de março, é atribuído à personalidade que se tenha distinguido pelo saber ou pela atuação em favor das artes, das ciências, da filosofia, das letras, promoção da paz, de causas humanitárias, por sua boa reputação, virtude, mérito ou ações de serviço que transcendem famílias, pessoas ou instituições, servindo de exemplo para a comunidade acadêmica e para a sociedade em geral.
SebastiãoTapajós nasceu em Santarém e começou a estudar violão ainda criança. Em 1964 foi estudar na Europa e a partir…

A "Novela Abaré" em artigo na Folha de São Paulo

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A polêmica em torno do Navio Abaré, é destaque em artigo publicado hoje,17,  na Folha de São Paulo.[Sessão Empreendedor Social]. De acordo com o colunista,  a "Novela" veio à tona no início de 2013, quando a  Prefeitura de Santarém fechou acordo para o aluguel do Abaré com a TDH, ONG holandesa  Terre Des Hommes (TDH),  passando a pagar à organização holandesa pela disponibilidade da embarcação por apenas dez dias mensais, ou seja, somente para o período de atendimentos na margem esquerda do Tapajós - comunidades do seu município-, excluindo as localidades do outro lado do rio, pertencentes a Belterra e Aveiro.
O texto faz uma trajetória histórica do Navio, que foi  implantado em 2006 pelo PSA (Projeto Saúde e Alegria) em parceria com as prefeituras e apoio da ONG holandesa.

Motim em Cucurunã é controlado

A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) controlou um princípio de motim no Centro de Recuperação Agrícola Sílvio Hall de Moura, em Santarém, na manhã desta sexta-feira (17). Por volta das 9h30, os detentos atearam fogo em colchões do pavilhão 1. De acordo com informações da direção da unidade prisional, cerca de 50 internos provisórios do bloco "A" iniciaram o motim quebrando as trancas das grades para terem acesso à área externa do bloco carcerário.
O Grupo Tático Operacional da Polícia Militar (GTO) foi direcionado para o local. Ninguém foi feito refém. Com a invasão de homens do GTO, os detentos utilizaram barras de ferros tiradas das grades das celas e jogaram contra os policiais. Na ação, a polícia utilizou armamento não letal para dispersar os internos. Três detentos foram atingidos pelos disparos de balas de borracha e receberam atendimento médico na própria Unidade Prisional. Todos passam bem. Não houve fugas.
Segundos os internos, o protesto é p…

Rebelião na penitenciária de Cucurunã

Presos da Penitenciária Agrícola Silvio Hall de Moura, em Cucurunã, Santarém, oeste do Pará, iniciaram agora pela manhã um motim no centro de Recuperação.
De acordo com as primeiras informações os detentos queimaram vários colchões.
O Grupo Tático Operacional da Polícia Militar (GTO), sob o comando do capitão Wilton Chaves foi acionado e segue para o local. (NoTapajós)

Pará: OAB pede o fim da pistolagem no Estado

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A reivindicação pelo fim da pistolagem no Pará marcou o discurso do presidente da Seccional do Pará da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA), Jarbas Vasconcelos, ontem, 16, durante a cerimônia de abertura do Colégio de Presidentes de Seccionais da instituição, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas.
O encontro reúne os presidentes das seccionais da OAB de todos os Estados.
Jarbas Vasconcelos, apontou a baixa resolutividade da segurança pública e da justiça paraenses ao apontar que o Pará é o terceiro estado mais violento do país, sendo a Região Metropolitana de Belém a mais violenta do Brasil.
'Apenas 21 pessoas foram condenadas por pistolagem no Pará. Segundo ele, das 651 mil ocorrências registradas pelo Sistema de Segurança Pública do Pará, em 2012, 62 mil se tornaram inquéritos e, desses, apenas 39 mil foram concluídos.
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