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Mostrando postagens de Maio 28, 2014

Aeroporto de Santarém: MPF recomenda que Infraero disponibilize veículo para transporte de passageiros

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[caption id="attachment_14523" align="aligncenter" width="285"] Foto: Divulgação[/caption]
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) disponibilize veículo automotor para transporte coletivo de passageiros comuns e de passageiros com mobilidade reduzida permanente ou provisória, entre o terminal de passageiros e os locais destinados ao estacionamento das aeronaves no Aeroporto Internacional de Santarém/PA – Maestro Wilson Fonseca.
O procurador Luiz Hernandes, responsável pela recomendação, estabeleceu um prazo de 30 dias para que Infraero se manifeste acerca do acatamento, ou não, da recomendação feita pelo MPF.
Informações MPF/PA

Projeto“Escola d'Água " é lançado em Santarém

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Ontem, 27, ocorreu o lançamento do Projeto “Escola d'Água – Gotas de saberes, rios de mudanças”, em Santarém (PA).
O Escola d'Água atuará por dois anos em 34 escolas de várzea e de planalto, às margens dos rios Amazonas e Tapajós, e na Biblioteca Municipal Paulo Rodrigues dos Santos, com a parceria da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), da Prefeitura Municipal e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater/PA).
O projeto faz parte do programa Swarovski Waterschool, financiado pela empresa austríaca Swarovski e coordenado pela organização Earth Child Institute (ECI – EUA), atuando com práticas sustentáveis junto a escolas e comunidades próximas a grandes rios do mundo, como Danúbio, Nilo e Ganges. O principal objetivo do programa é promover o consumo e a gestão sustentável da água.
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Vereador questiona valor cobrado pela SEMMA aos farmacêuticos

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Na sessão desta quarta-feira, 28, o vereador Dayan Serique (PPS) disse que tem recebido várias reclamações de comerciantes do setor farmacêutico que vem sendo cobrados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), com uma taxa superior a R$ 600. Afirmou que vai entrar com pedido de informações a respeito de onde tiraram esse valor de 600 reais, onde o dinheiro será aplicado e por que não existe o parcelamento dessas taxas, uma vez que os comerciantes são obrigados a fazer um pagamento único. A informação é que o valor deve ser pago a cada quatro anos. A dúvida do vereador tem fundamento, uma vez que a Vigilância Sanitária cobra, anualmente, um valor bem inferior dos comerciantes, equivalente a R$12.
Para o vereador, a Secretaria se mostra muito eficiente em fazer cobranças, mas deixa a desejar quando se trata de fazer o trabalho de fiscalização.
Conforme ainda o vereador a SEMMA tem atuado com abuso de poder, exorbitância, falta de humanidade na hora de advertir e que sua abordage…