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Orçamento da União para 2014

Publicada no Diário Oficial de ontem (21) a sanção da presidenta Dilma Rousseff do orçamento da União para 2014. A previsão para o ano é de quase R$ 2,5 trilhões. A maior parte do orçamento, mais de R$ 1 trilhão, será empregada na parte fiscal, que inclui as despesas gerais do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, além do refinanciamento da dúvida pública federal. Cerca de R$ 105 bilhões serão destinados a investimentos do governo em estatais. Outros R$ 713 bilhões vão para a seguridade social, que inclui despesas com saúde, previdência e assistência social, como, por exemplo, os pagamentos de aposentadorias e pensões, gastos com hospitais, medicamentos e o BolsaFamília. Entre os Ministérios, os da área social são os que terão maior volume de recursos em 2014. Mais de R$ 94 bilhões vão para o Ministério da Educação, que apoia os sistemas de ensino estaduais e municipais, mantém as redes federais de educação profissional e tecnológica e de ensino superior. Já o Ministério do Desenv...

Só depois do carnaval

A votação do Orçamento da União para 2013, que estava marcada para hoje (5), foi adiada para depois do carnaval. Os líderes da Câmara e do Senado não chegaram a um acordo para colocar a matéria em votação, em reunião com o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL). ABr

Estados querem rever dívida com a União

Em audiência pública na Câmara dos Deputados, governadores e representantes de 11 estados reivindicaram ontem (19) a mudança do indexador de suas dívidas com a União e a possibilidade de reverter parte do pagamento da dívida em obras de infraestrutura. No encontro, os governadores alertaram que, mantida da forma como está, a dívida com a União pode se tornar “impagável”. O debate foi promovido pelo grupo de trabalho que analisa soluções para as dívidas estaduais. O grupo esteve reunido quarta (18), mas decidiu adiar a decisão sobre o texto final da proposta, chamada de Carta de Brasília. Mais detalhes: Governadores querem mudar indexador e reverter parte da dívida com a União em obras de infraestrutura

Maioria dos brasileiros são contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

A decisão do Superior Tribunal Federal em autorizar a união estável para casais do mesmo sexo não conta com o respaldo da maioria da população brasileira, embora a questão ainda divida a sociedade. Um estudo inédito realizado pelo Ibope Inteligência revela que 55% dos brasileiros são contrários à decisão e 45% são favoráveis. De maneira geral, a pesquisa identifica que as mulheres são as menos incomodadas com o tema, assim como os mais jovens, os mais escolarizados e as classes mais altas. O Norte, o Centro-Oeste e o Nordeste se destacam como as regiões do País com mais resistência às questões que envolvem o assunto. Leia mais