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Mostrando postagens de Agosto 30, 2012

Salário Mínimo: Alta de 7,9% em relação a 2012

A proposta de orçamento federal para 2013, entregue nesta quinta-feira (30) ao presidente do Senado, José Sarney, prevê que o salário mínimo seja de R$ 670,95, uma alta de 7,9% em relação a 2012.
O valor é superior ao da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que apontava um mínimo de R$ 667,75.
O orçamento previsto para o próximo ano é de R$ 2,140 trilhões. Desse total, o governo prevê que sejam destinados R$ 71,7 bilhões para educação, em investimento e custeio. A área de saúde deve receber R$ 87,7 bilhões, também para investimentos e custeios. O programa Brasil sem Miséria deve receber R$ 31,1 bilhões e o Programa de Aceleração ao Crescimento, R$ 52,2 bilhões.

Sem demagogia

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[caption id="attachment_15843" align="alignleft" width="150"] Foto: Roberto Stuckert Filho[/caption]
A presidente Dilma Rousseff(foto) afirmou nesta quinta-feira (30) que apoia a ampliação do investimento em educação desde que o Congresso Nacional defina recursos específicos para isso. Caso contrário, disse, o governo faria uma “demagogia imperdoável”.
Ela defendeu o uso dos royalties e do fundo social do petróleo para elevar o investimento na área.
“O governo brasileiro é sempre a favor de investimentos na educação, e somos a favor de investimento que tenham fonte de recursos, por isso, nós concordamos em todas as políticas que impliquem viabilizar que o Brasil possa gastar mais em educação e possa até manter uma meta de dobrar até 2022 desde que tenha recursos para fazê-lo, porque caso contrário estaremos praticando uma imperdoável demagogia numa questão essencial para o país, que é educação”, afirmou a presidente.
Informações  G1

Sancionada a Lei de Cotas

A presidenta Dilma Rousseff sancionou ontem (29) a Lei de Cotas Sociais, que destina 50% das vagas em universidades federais para estudantes oriundos de escolas públicas. Ao sancionar a lei, a presidenta disse que o governo tem o desafio de democratizar a universidade e manter a qualidade do ensino.
“A importância desse projeto e o fato de nós sairmos da regra e fazermos uma sanção especial tem a ver com um duplo desafio. Primeiro é a democratização do acesso às universidades e, segundo, o desafio de fazer isso mantendo um alto nível de ensino e a meritocracia. O Brasil precisa de fazer face a esses dois desafios, não apenas a um. Nada adianta eu manter uma universidade fechada e manter a população afastada em nome da meritocracia. Também de nada adianta eu abrir universidade e não preservar a meritocracia”, afirmou.