Sarney e Collor: Os guardiões da história do país?

A quem per­tencem os ar­quivos históricos que doc­u­mentam a história de um país? No Brasil, se­nadores dis­cutem a pos­si­bil­i­dade de ocultar por tempo in­de­ter­mi­nado o acesso a doc­u­mentos con­sid­er­ados ul­tra­sse­cretos e que, se­gundo al­guns, se­riam del­i­cados ou com­pro­m­ete­dores. Por pressão de ali­ados in­flu­entes lid­er­ados pelos ex-pres­i­dentes Collor e Sarney, o gov­erno tenta asse­gurar o di­reito de manter doc­u­mentos que con­tenham in­for­mações sen­síveis longe do domínio pub­lico por tempo in­de­ter­mi­nado. No ano pas­sado, o gov­erno Lula aceitou que a Câ­mara al­terasse o pro­jeto de lei de aces­so à in­for­mação pública,que orig­i­nal­mente previa o sigilo eterno para doc­u­mentos sen­síveis, por um limite de 50 anos. Quando o texto já trami­tava no Se­nado, o gov­erno Dilma, que antes de­fendia o texto aprovado na Câ­mara, passou a sim­pa­tizar com  a ren­o­vação ilim­i­tada do sigilo para doc­u­mentos ofi­ciais. Agora, o Se­nado travou o pro­jeto e adiou a dis­cussão. O caráter de urgência foi re­ti­rado, Dilma de­sistiu de vin­cular a ini­cia­tiva ao Dia In­ter­na­cional da Liber­dade de Im­prensa e tudo indica que o tema cam­inha para o en­gave­ta­mento par­la­mentar.


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