Santarém, sede do governo: Qual será realmente a intenção deste ato?

Comentáio publicado pelo leitor Robson Alves sobre o post  "Governador chega a Santarém"


A meu ver a segunda intenção em cada ato deve ser verificada com cautela..
A atitude de tornar Santarém a “capital Administrativa” do Estado do Pará, por uma semana, é bem vinda, desde que está ação traga melhorias, tanto para nossa amada Santarém, quanto para toda a região oeste do Pará, a tanto esquecida por nossos gestores.
Contudo, o Estado passa por um momento de impasse. Visto que, por intermédio de plebiscito decidirá se continua com sua dimensão de “País” ou será dividido em possíveis dois ou três estados.
Qual será realmente a intenção deste ato, diria até de nobreza, de nossos governantes?

Comentários

  1. É evidente que se trata de uma estratégia para desarticulação o movimento pró Tapajós. Em toda eleição os políticos fazem promessas e nesse caso o plebiscito é o alvo, passado o plebiscito eles voltam a esquecer da região. A oportunidade é unica para emancipar a região. O inimigo número 1 contra a criação do estado de Tapajós acompanha a comitiva do governador. Claro que o ato é político e o governador não quer que o estado se divida e Flexa Ribeiro acompanha essa a comitiva do governador numa clara alusão do governo do Pará estar contra. Será que a população vai cair nessa.

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  2. Concordo plenamente com você, Pedro Luiz ao ponto de dizer que a divisão do Estado representa ao Governo, um sentimento de diminuição do atual espaço geográfico. O que consequentemente dividirá também uma grande fatia de contribuição gerada hoje, nas regiões que compreendem o novo Estado.

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