Brasil é modelo de desenvolvimento sustentável.

O Brasil vive uma oportunidade histórica de mostrar ao mundo que é possível haver desenvolvimento econômico com preservação ambiental. Essa é a avaliação do secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Gaetani, que participou, nesta terça-feira (26) de audiência pública para discutir sustentabilidade ambiental na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).


Ao sediar e promover de forma sustentável eventos internacionais - a Conferência Rio+20, em 2012; a Copa do Mundo, em 2014; e as Olimpíadas, em 2016 -, o Brasil dará ao mundo um exemplo de responsabilidade social e econômica e de preservação do meio ambiente, disse Francisco Gaetani.



Na avaliação de Gaetani, que representou a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, o desenvolvimento econômico e social só pode ser realizado com cuidado ambiental. Ele ressaltou que as alternativas de desenvolvimento sem preocupação ambiental se mostram inviáveis em médio e longo prazos.


O crescimento sustentável do Brasil, disse Gaetani, depende de ações integradas de todos os ministérios, dos empresários e da sociedade. Como exemplo, ele informou que o Ministério do Meio Ambiente vai promover um programa de produção sustentável com as indústrias brasileiras e enfatizar que o meio ambiente participa do ciclo produtivo. Para ele, o país deve ter cuidado para não adotar um "preservacionismo absoluto" nem um "desenvolvimento predatório".


Marco histórico


Pensar em desenvolvimento que contemple os aspectos econômico, social e ambiental é um marco na história da humanidade, avaliou o embaixador Luiz Figueiredo, que é diretor do Departamento de Meio Ambiente do Ministério de Relações Exteriores. Para ele, a Rio+20 não é uma conferência ambiental, mas um encontro mundial para discutir desenvolvimento eficaz de forma a mudar paradigmas.


Diferente de muitos países, disse Figueiredo, o Brasil conquista o desenvolvimento econômico e social sem negligência ao meio ambiente, Ele informou que os países ricos investiram em crescimento econômico e social ofereceram bem-estar a seus cidadãos, mas destruíram "de forma dramática" seus recursos naturais. Já os países em desenvolvimento estão crescendo à custa da destruição da natureza.


- Há uma série de medos e ideias preconcebidas sobre os riscos de adotarmos uma economia verde. Onde alguns vêem riscos, vemos oportunidades. O Brasil hoje se encontra numa situação ímpar - disse Luiz Figueiredo.


Agência Senado

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